Já não aguentava mais o sentimento que dilacerava sua alma pertubada, não durmia a dias, sua aparencia era preocupante, tinha adquirido uma coloração doentia, havia emagrecido muito, rosto fino, barba rala sem fazer, cabelos despenteados e mal-cuidados. Só se dedicava a leitura, intensivamente lia e lia, antigos livros, manuscritos, em busca de uma solução, uma resposta a sua angústia, revirava os an
Acho que o motivo pelo meu blog estar nessa falta de visitas seria o fato de que eu não respondo os comentarios e nem comento nos dos outros....... hummmmmmmm.......................
Cantigas infantis e infames, como é bom repeti-las, ao vento, ao acaso, sem pudor, sem critério, e rir, da cara das pessoas, das demasiadamente magras, e das exageradamente gordas, dar comida aos pombos e depois espanta-los.... atirar as pedrinhas no rio para afugentar os patos, que são bonitos e engraçados......... rir de nós mesmos, de como jogamos pedrinhas aos patos e comida aos pombos
Os sons tribais era intensos, instigantes, instintivos, um primitivismo encantador, provocador, impuro. As batidas dos tambores, fortes, ameaçadoras, insistentes, os corpos suados a dançarem, proibidos, censurados, amaldiçoados..... O aroma, de terra, da mãe terra, do virginal, fresca, úmida......
A tempo venho esperado por esse momento, a minha vida inteira eu diria, e toda minha vida se resume a esse momento.... Meu corpo esta tenso, as mãos trêmulas, transpiro muito e sinto que estou febril.... Olho pela janela, molhada pela chuva que cai a dias na cidade, vejo as luzes, embaçadas e desfocadas, o trem avança em alta velocidade, as luzes interiores piscam intesamente, e desprendo um grito, de euforia e medo, que se perdem na atmosfera úmida........ ao horizonte sigo....... sinto me desprender, soltar, libertar, me sentidos se aguçam... vejo, sinto, ouço..... desmaio.............. me encontro!